quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Concurso de Fotografia


Concurso de fotografia oferece prêmios que chegam a 65 mil dólares

Para aqueles que adoram apertar o botão e se deliciar com as imagens produzidas, a Syngenta te convida a participar do Prêmio Syngenta de Fotografia, cujas inscrições já estão abertas.
Os prêmios alcançam o valor de 65 mil dólares e tem como tema obrigatório a relação “rural-urbana” das cidades contemporâneas.  A comissão julgadora é formada por fotógrafos internacionais reconhecidos. Entre eles o brasileiro Milton Guran.
Só serão aceitas imagens feitas nos últimos dez anos. Os participantes devem se inscrever em uma das duas categorias possíveis. Competição Aberta aceita fotógrafos amadores e profissionais, e premia o 1º, 2º e 3º lugar com 5 mil, 3 mil e 2 mil dólares, respectivamente.
Já a categoria Comissão Profissional é mais indicada aos fotógrafos que se dedicam integralmente a fotografia. Aqui, os finalistas recebem prêmios variados. O primeiro colocado ganha de 15 a 25 mil dólares, o segundo lugar recebe 10 mil dólares e a terceira posição leva 5 mil dólares respectivamente.
Inscrições e outros detalhes, acesse aquiO prazo se encerra dia 15 de janeiro de 2013.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Fotografia: diafragma e obturador, os olhos da câmera


A abertura do diafragma e a velocidade de disparo do obturador são dois dos pilares da fotografia. Saiba o que são e como usá-los a seu favor para obter melhores imagens!

Você já parou para pensar que uma câmera fotográfica nada mais é do que uma réplica do olho humano? Entender isso é bastante simples quando pensamos no funcionamento destes dois sistemas, que é basicamente o mesmo. Enquanto no olho, a retina é capaz de “traduzir” a luz em imagens, nas câmeras fotográficas quem faz isso é o sensor.
Este sensor é muito sensível e precisa estar sempre protegido de sujeiras e de luz muito intensa. É como um filme, nas antigas máquinas analógicas, que não podia ser exposto à claridade. O que protege este dispositivo dentro da câmera (e já protegia o filme antigamente) é o obturador. Ele funciona como uma “cortina” que cobre o sensor e se abre rapidamente quando uma fotografia é tirada.
Fonte da imagem: Divulgação

Dependendo de cada modelo de câmera, ele pode se encontrar em diferentes posições, mas a sua função é sempre a mesma: abrir-se para a passagem de luz. Ele pode ter também vários formatos. Os mais comuns são os circulares, que se abrem de maneira semelhante ao diafragma (são encontrados em câmeras antigas), e os obturadores mais modernos, com placas sobrepostas que se abrem verticalmente, como uma persiana.
Velocidade de disparo
A velocidade de disparo é o tempo que o obturador fica aberto, antes de voltar para a posição inicial. Como veremos a seguir, essa velocidade está diretamente ligada com a ideia de “movimento” da foto, e com a quantidade de luz que o sensor será capaz de captar. Ela pode ser controlada na maior parte das câmeras, principalmente nas que possuem funcionamento mais avançado.
Fonte da imagem: Amanda Slater

A velocidade de disparo, ou “shutter”, é medida em segundos, ou frações de segundos, expressos desta forma: 5” para velocidade acima de um segundo, que neste caso são 5 segundos, pois o numero representa o tempo; e 1/200 para velocidades abaixo de um segundo, neste caso a velocidade é um segundo dividido por 200. Quanto mais rápido, menos luz é captada, porém as chances da imagem ficar tremida são bem menores.
Como medir e escolher uma velocidade de disparo correta
Apesar da ideia de que 1/200, por exemplo, é uma velocidade muito alta e que a quantidade de luz que conseguiria entrar nesse caso seria muito pouca, isso não é verdade. Por exemplo, em um dia de sol, a céu aberto, a velocidade ideal pode variar de 1/1500 até 1/3000 ou mais. Já em um dia nublado, a velocidade usada precisa ser menor, entre 1/400, aproximadamente.
Fonte da imagem: Ana Nemes

Mas como saber qual a velocidade correta? Esse valor pode variar e está diretamente associado à abertura do obturador e ao ISO (quanto maior a abertura ou o ISO, menor o tempo de exposição), mas existem algumas formas de descobrir os ajustes ideais para cada situação.
Fotômetro
A maior parte das câmeras que têm ajustes manuais de exposição possui uma “escala”, que pode ser vista no visor e funciona através de um equipamento interno da máquina - o fotômetro - que “percebe” as condições de luz do ambiente e indica se os ajustes que você fez deixarão a foto muito clara ou escura, ou se estão corretos.




Quando o ponteiro estiver mais para o lado negativo, quer dizer que existe pouca luz e a foto pode ficar escura. Já o contrário, o ponteiro marcando um valor positivo muito alto, indica que existe muita luz, e a foto pode "estourar". O ideal é ajustar a velocidade de tal forma que o ponteiro fique no meio, ou na região central.
Cuidado para não tremer!
Se o ambiente estiver muito escuro, será preciso abaixar a velocidade de disparo, aumentando assim o tempo de exposição. Porém, se você não tiver um apoio para a câmera, é provável que a imagem fique tremida.


Fonte da imagem: Rick Hill
Isso acontece, pois involuntariamente nós fazemos pequenos movimentos ao segurar a câmera, e para velocidades abaixo de 1/30, aproximadamente, esses movimentos se tornam perceptíveis nas fotos.
Nesses casos, use um tripé ou ajuste um valor mais alto para o ISO, de modo que seja necessário menos tempo de exposição. Só tome cuidado para não prejudicar demais a qualidade da imagem com o ajuste do ISO.
Modo de prioridade de velocidade e sensação de movimento
Conforme foi explicado no artigo sobre os modos de disparo, existe uma ajuda para quem quer começar a aprender fotografia e não sabe como ajustar a velocidade e a abertura de uma só vez. São os modos de prioridade, nos quais você ajusta um parâmetro e a máquina ajusta o outro.
Use o modo de prioridade de velocidade (“S” ou “Tv”) quando você quiser destacar um objeto que esteja se movendo. Isso pode ser feito ajustando uma velocidade maior, o que faz com que o objeto fique nítido e pareça imóvel, ou ajustando uma velocidade pequena para que a imagem fique borrada em algumas partes, dando uma ideia de movimento.



Fonte das imagens: Sam J. Jordan (acima) e Steph Weiss (abaixo)
Isso acontece, pois, ao colocar uma velocidade de disparo menor do que a velocidade que a o objeto está se movendo, a câmera registra todos os momentos do objeto até o obturador se fechar. Isso dá a impressão de um “rastro” deixado, fazendo com que seja possível perceber o movimento.
Diafragma
Muitas pessoas confundem o obturador com o diafragma, porém eles são partes diferentes da câmera e têm funções diferentes também. Enquanto o obturador é o responsável por proteger o sensor e se abrir apenas brevemente para deixar a luz passar, o diafragma controla a quantidade de luz que chega ao obturador, deixando a passagem maior ou menor, dependendo de sua abertura.
Esta pequena parte da máquina fotográfica é considerada a íris das câmeras e se encontra dentro da lente. Ele tem, entre outros, um dos papeis mais fundamentais para a fotografia: controlar a profundidade de campo.
Abertura do diafragma
O diafragma pode se abrir e fechar, permitindo uma passagem maior ou menor de luz para o obturador e para o sensor. Quanto maior é a abertura, mais luz é captada e a velocidade de disparo pode ser maior, diminuindo o tempo necessário de exposição.
A abertura do diafragma é medida em números f, que são escritos desta forma: f/2.1, f/5.6, f/22, etc... Sendo que, quanto maior a abertura, menor é o número. É importante entender este conceito, pois, desta forma, quando falamos em uma grande abertura do diafragma, é possível saber que o número f em questão é bem pequeno. É comum referir-se à abertura do diafragma apenas como “abertura”.
Fonte da imagem: Mohylek
Por exemplo, o diafragma configurado em f/22 está quase fechado, enquanto f/1.2 representa que ele está quase totalmente aberto. Pode ser fácil confundir essa relação no começo, mas não se preocupe, com o tempo você vai se acostumar a ler esses números e saber exatamente quão aberta está a “íris” da sua câmera.
Nem todas as câmeras conseguem ajustar a abertura para todos os valores, pois isso depende do tipo de lente que está sendo usado. Ao comprar uma câmera ou lente nova, tente encontrar informações sobre os valores de abertura, o máximo e o mínimo. Isso classifica as lentes em “claras” e “escuras”, sendo que, geralmente, quanto mais clara for a lente, maior é o seu valor.
Abertura x Profundidade de campo
A abertura do diafragma interfere diretamente na profundidade de campo, e quanto mais aberta está a lente, menor é essa profundidade e vice-versa. Mas, o que realmente é a profundidade de campo?
Quando você vê uma fotografia, ela pode estar completamente focada, ou com algumas partes focadas e outras não. Esse é um efeito visual da profundidade de campo, quanto maior ela é, mais áreas da imagem ficam nítidas, e quanto menor ela é, menor é o ponto de foco.


Isso acontece quando existem várias “camadas” na imagem e a câmera precisa ajustar o foco. Se o diafragma estiver muito aberto, a profundidade de campo irá diminuir e só o que estiver mais próximo da câmera ficará focado. Já se a abertura for pequena, a profundidade de campo será maior e todo o assunto, independente de camadas, será focado.
Trabalhar explorando esse efeito é algo que enriquece a fotografia, deixando-a com uma sensação maior de dimensões e distâncias. Quando toda a imagem está focada, a impressão que pode dar é que ela está “chapada”, ou seja, todos os elementos que compõe a fotografia estão alinhados no mesmo plano.
Fonte da imagem: John Krizan
Os modos programados “paisagem” e “macro” das câmeras controlam a abertura para obter profundidades diferentes, mas você pode fazer isso manualmente, se a sua câmera possuir a opção de mudar a abertura do diafragma. Desta forma, além dos extremos (apenas o primeiro plano focado e todos os planos focados), você pode conseguir resultados intermediários.
Modo de prioridade de abertura
Assim como acontece com o modo de prioridade de velocidade (porém ao contrário), ao escolher priorizar a abertura, a câmera ajusta o tempo de exposição. Esse modo é bastante útil para começar a aprender os conceitos de fotografia, como as relações entre velocidade e abertura. Seu ícone na máquina pode ser “A” ou “Av”.
Use esse recurso quando você desejar controlar a profundidade de campo, para obter fotos completamente focadas ou com pontos de foco menores. Tente ver, enquanto você fotografa, os valores que a máquina coloca para a velocidade baseados nos valores que você definiu para a abertura. Você verá que existe sempre uma relação inversamente proporcional: quanto maior a abertura, menor pode ser a velocidade e vice-versa.
Fonte da imagem: Ana Nemes
É claro que os valores também dependem da luminosidade dos ambientes, e variam de acordo com isso, mas em um mesmo local com as mesmas condições de luz, a regra vai estar sempre valendo: quanto maior for um valor, menor será o outro.

Fonte:Tecmundo
Artigo por: Cibele Pinheiro










Em tudo vejo Fotografia


Fotógrafos e o 11 de Setembro


Nesses 10 anos do 11 de Setembro, muitas foram as histórias de pessoas que presenciaram os atos terroristas em Nova York contadas através da mídia. Algumas das histórias envolvendo profissionais da fotografia que registraram os atentados nos Estados Unidos foram reunidas nesse artigo.
James Nachtwey, experiente fotógrafo de guerra, acostumado à cobertura de conflitos em outros países, foi surpreendido por um ataque em seu próprio país. Ele tomou sua câmera e registrou tudo o que pôde. Agora, 10 anos depois, revisitou as imagens que fez naquele dia e editou um ensaio para a Time.
Outro profissional atraído para o World Trade Center foi Richard Drew, da agência de notícias Associated Press. Ele cobria um evento de moda e acabou registrando os atentados. Produziu uma das imagens mais emblemáticas da tragédia, a foto "The Falling Man" (O Homem em Queda).
Foto: Richard Drew

Já o fotógrafo Bill Biggart não resistiu ao desmoronamento de uma das torres de 110 andares e morreu enquanto fotografava atingido por destroços. Em pouco mais de uma hora em que esteve registrando os fatos, produziu mais de 300 imagens. Entre as últimas fotos de sua vida, a queda da torre norte do World Trade Center.
Foto: Bill Biggart

Fonte: Diário da Foto
Artigo por: Cibele Pinheiro

Jovem inglês envia uma máquina fotográfica para a estratosfera terrestre

O aparelho fez a viagem num balão que subiu a 110,210 pés (cerca de 33 592 metros).
foto TWITTER
Lançou máquina para o espaço e captou imagens da curvatura da Terra

Adam Cudworth, de 19 anos, é o responsável por esta proeza. O jovem, que andava a trabalhar no projeto há algum tempo, lançou, na quinta-feira passada, a máquina fotográfica em segunda-mão para a estratosfera terrestre.
"Vi um homem fazer uma coisa parecida há uns anos e só queria recriar o que ele fez, mas de uma forma melhorada", explicou Adam, citado pelo jornal "The Telegraph".Agora, terá atingido o seu objetivo, porque ao longo de 2.30 horas e pouco mais de 32 quilómetros percorridos, o objeto captou algumas imagens impressionantes do planeta azul.A máquina fez a viagem numa caixa ligada a um balão de dois metros, feito de latex, e que pode voar a alta altitude. No interior seguia um GPS, um rádio, um microprocessador e ainda uma câmara de vídeo.Adam, que não tem conhecimentos aprofundados em Física, demorou 40 horas a fazer a caixa a que deu o nome de HABE 5 e que custou pouco mais de 200 euros com todos os equipamentos.
"Não tenho estudos em astrofísica ou algo parecido, sou apenas um estudante de engenharia", explicou Adam. E acrescenta: "As pessoas pensam que uma coisa destas custa muito dinheiro, mas eu provei que se pode fazer com pouco mais de 200 euros".No entanto, o jovem estudante na Universida de Nottingham montou um sistema através do qual podia monitorizar, a qualquer momento, a altitude, a força-G e a velocidade do balão.Quando o balão estourou, a caixa regressou à Terra e o rádio permitiu que Adam a recuperasse. Esta encontrava-se a cerca de 50 quilómetros do local de residência do jovem, na pequena vila de Broadway, Worcestershire, no Reino Unido.
"Quando recuperei a câmara fiquei impressionado porque tinha capturado fotos incríveis", contou. Adam precisou que as fotos mais perto do chão têm melhor qualidade porque, ao ganhar altitude, a humidade ficou na lente da máquina que tirou fotos mais embaçadas.
Ainda assim, o jovem garantiu que as fotos "parecem bastante impressionantes". No futuro, Adam vai continuar a trabalhar neste projeto para passar a ter controle sobre a caixa e poder decidir onde vai aterrar.

Fonte: Jornal de notícias
Artigo por: Cibele Pinheiro


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Papel de parede do Windows XP, a foto mais vista de todos os tempos


Estimam-se que no mínimo 1 bilhão de pessoas já visualizaram a foto do fotógrafo Charles O’Rear, tirada a beira de uma entrada em Sonoma County, Califórnia em 1996.

Trata-se nada mais, nada mesmo que o papel de parede escolhido por Bill Gates para o Windows XP, lançado em 2002.
Após o enorme sucesso muitas pessoas viajaram para fotografar o mesmo local.


Artigo por: Cibele Pinheiro
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www.flickr.com/photos/cibelefotografia 


Atividades do Grupo Olhares Fotográficos, tema da atividade "Objetos

No mês de Setembro iniciamos uma atividade em nosso Grupo www.facebook.com/groups/398013476930264/, o tema foi "Objetos". abaixo seguem algumas das fotos postadas pelos membros do grupo.As imagens estarão em exposição no mural do Grupo, a que tiver mais "likes", será capa da Fan page do Olhares www.facebook.com/olharesfoto!
 Abaixo seguem algumas das fotos em destaque postadas pelos membros do grupo.

Imagem de Amanda Cristina

Imagem de Bárbara Abreu

Imagem de Cibele Pinheiro

Imagem de Cleber Venceslau

Imagem de Daniel da Mota

Imagem de Elaine Cristina de Moraes

Imagem de Felipe Saldanha

Imagem de Hebrom Tebas

Imagem de João Ribeiro

Imagem de Karla Renata Tavares

Imagem de Lourenço Martins

Imagem de Maria Augusta 

Imagem de Max Ramos

Imagem de Ray Silva

Imagem de Rosangila Takemoto

Imagem de rui de Pocrane

Imagem de Wellington Sarmento


A foto que for escolhida como capa da Fan Page terá destaque aqui no Blog também, parabéns a todos que participaram e continuem participando!

Artigo por: Cibele Pinheiro
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